Em 1 João 3:1, somos convidados a refletir sobre a imensidão do amor de Deus que nos permite chamá-lo de Pai. Que grande privilégio é poder dizer: "Deus é meu Pai"! Essa relação tão próxima e pessoal não era algo amplamente experimentado no Velho Testamento, onde Deus era visto de forma majestosa, como retratado em Salmos 97. Ali, Deus é exaltado em sua glória e poder, mas não vemos o mesmo tipo de intimidade que Jesus introduziu em sua relação com o Pai.
Quando lemos Marcos 14:32-36, vemos como Jesus nos ensinou a nos aproximar de Deus como um Pai amoroso. No momento de sua agonia no Getsêmani, Jesus orou: "Aba, Pai". Esse termo íntimo, equivalente a "Papai", revela o laço profundo e próximo que Ele tinha com Deus. Jesus nos mostrou que podemos levar nossas dores e sofrimentos a Deus com a mesma confiança que buscamos consolo em nossos pais terrenos.
Romanos 8:15 reforça essa verdade ao afirmar que Deus nos deu um Espírito de adoção, permitindo-nos clamar: "Aba, Pai". Essa adoção nos torna parte de sua família, e Deus deseja que oremos a Ele como Jesus orou, com intimidade e confiança. Não somos apenas servos, mas filhos amados que podem desfrutar de uma relação profunda com nosso Criador.
Finalmente, 1 João 4:19 nos lembra que amamos porque Ele nos amou primeiro. Nosso relacionamento com Deus como Pai é fundamentado em seu amor incondicional, que nos convida a viver em comunhão íntima com Ele.
Amém!

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