A palavra "conselho" vem do latim consilium, que significa "opinião, plano," derivado de consultare, ou seja, "perguntar, refletir, considerar maduramente." Quem de nós não tem planos para o ano? Ainda que tenhamos, sabemos que planos, por si só, não garantem que alcançaremos o que desejamos. Quando, por exemplo, decidimos comprar um celular, assistimos a vários vídeos, lemos críticas, e buscamos opiniões para nos assegurar de que aquele produto é bom – estamos buscando conselho. Mas, quando se trata de Deus, às vezes, resistimos em buscar orientação divina.
Em 1 Coríntios 10:1-12, somos chamados a observar o exemplo de outros. Não devemos repetir os mesmos erros e esperar resultados diferentes. Em Provérbios 1:1-6, aprendemos que o sábio ouve e observa. Devemos olhar ao nosso redor e refletir: faremos as mesmas escolhas que nossos pais fizeram? A sabedoria nos ajuda a errar muito menos.
Tiago 1:19-20 nos adverte que nossas palavras, sozinhas, não produzem sabedoria. É preciso começar pelo início, como ensina Provérbios 1:7: o princípio de toda sabedoria é o temor a Deus. Tiago 1:5 reforça que a verdadeira sabedoria é um presente divino.
Provérbios 1:8-19 nos lembra que a sabedoria está ligada às nossas relações. Precisamos escolher amizades que nos conduzam à sabedoria. Se nossos pais têm conhecimento e experiência, imagine a profundidade do conhecimento de Deus. Em João 5:39, vemos que as Escrituras contêm lições de vida eterna, exemplos bons e ruins, oferecendo um oceano de sabedoria para quem busca ouvir e observar.
Provérbios 1:20-33 fala de como a sabedoria se mostra a todos, dando oportunidades, mas nem todos a aceitam. Muitos preferem seus próprios conselhos, ignorando que a sabedoria de Deus é mais eficaz e segura. Provérbios 11:14 e 16:1 reforçam o valor e o poder do conselho. Com ele, evitamos erros e planejamos melhor, confiando em Deus.
Por fim, Tiago 4:13-17 nos desafia: queremos fazer o bem? Para isso, precisamos ser sábios e ouvir conselhos.
Amém.
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